Sinais seu melhor amigo cara gosta de você

Você está de olho em alguém, mas não tem certeza se esse garoto sente a mesma coisa? Descobrir se um crush retribui seus sentimentos pode ser uma experiência difícil e até mesmo um pouco assustadora, mas há muitos sinais que poderão ajudá-lo a identificar se vale a pena correr atrás de um cara. A inveja de outras meninas muitas vezes se converte em um fator mais revelador na hora de descobrir os sentimentos masculinos. Quando elas não gostam muito de você, é porque elas percebem os sinais de interesse que seu melhor amigo envia. Com toda razão do mundo elas te veem como ameaça. Veja na página seguinte as últimas dicas. Seu amigo, inesperadamente, começou a se interessar por sua vida amorosa? Ele quer saber tudo o que está acontecendo, como quem você gosta e quem gosta de você? Ele já mostrou sinais de ciúmes quando você fala sobre pessoas que você gosta? Se o fez, então você, definitivamente, tem um homem apaixonado por você em suas mãos. 8. Como saber se um cara gosta de você – sinais que ele gosta de você ... Se ele gosta de você, ele se lembra do seu aniversário, do nome do seu melhor amigo, da comida favorita do seu cachorrinho, da sua cor favorita e de todas as coisas sobre você? 11. Ele te provoca. Talvez seu amigo diga “O quê? Não, imagina! De onde você tirou isso?” e, nesse caso, o melhor é deixar para lá. Diga algo tranquilo como “Não, tudo bem, eu só estava curioso. Mas está tudo bem, não encana'. É possível até que ele diga essas coisas por timidez; talvez ele esteja muito inseguro para admitir que gosta de você. Se você perceber que um cara sempre fica vermelho ao seu redor, este é um dos sinais mais evidentes que ele está tentando flertar com você. No entanto, qualquer cara pode corar quando vê uma pessoa bonita –é melhor perceber se esse é um comportamento recorrente para concluir que ele pode gostar de você. Se você ainda não tem certeza se seu(a) amigo(a) gosta de você ou não, esses sinais podem te ajudar a acabar com as dúvidas: Contato físico: ele (a) tenta ter contato físico com você, cada vez que tem a oportunidade se aproxima de você seja para te dar um abraço, para te fazer carinho, entre outros. Existem muitos tipos de comunicação não verbal que indicam que uma pessoa gosta de ...

Gostaria muito de discutir a questão trans mas tenho medo de ser tirada de transfóbica.

2019.07.24 17:17 Balinoiss Gostaria muito de discutir a questão trans mas tenho medo de ser tirada de transfóbica.

Meu nome é Luiza, sou estudante de arte, 25 anos e tenho muito medo de puxar qualquer discussão sobre esse assunto e perder amigos e ser taxada de transfóbica simplesmente por querer debater o assunto para tentar entender melhor. Convivo em um meio em que muitas pessoas se identificam de diversas formas, mas pouquíssimas ou nenhuma se propõe a debater essas questões de forma racional, sem levar pro lado pessoal ou achar que por eu não concordar 100% eu estou "matando pessoas trans".
Vou tentar fazer um resumo de como essa questão se desenvolveu em mim. Alguns anos atras eu estava viajando com uma das minhas melhores amigas desde a infância que é lésbica. Estávamos em um restaurante com a familia dela e em algum momento do jantar a irmã dela falou algo sobre "homens com roupa de mulher" se referindo a pessoas trans. Eu - que sempre fui declaradamente uma defensora das diferenças - na hora chamei a atenção dela sobre estar sendo transfóbica e já taxei ela ali mesmo. Logo depois fomos ao banheiro eu e minha amiga e eu comecei a falar com ela sobre a irmã estar sendo transfóbica e como isso era ruim e perigoso. Na hora, minha amiga olhou pra mim e disse "Mas Luiza, o que é ser mulher? É usar rosa? É ser delicada e maquiada? É usar calcinha?" E eu fiquei com cara de tacho. Ali eu percebi que mesmo sendo mulher a 22 anos, nunca tinha me questionado sobre o que é a condição mulher e nem sobre o que fazia com que uma mulher fosse uma mulher. Em outras conversas ela me contou sobre a ex, que é uma mulher que não se encaixa nos padrões de gênero e por causa disso (por usar roupas consideradas "masculinas" pela sociedade) ficava ouvindo de várias pessoas no meio LGBTTQAI+ que ela era trans. A ex dela nunca aceitou isso e se afirma como uma mulher que pode se expressar como bem entende pois não acredita em "coisa de menino/coisa de menina"
Desde muito pequena (a primeira memória é dos meus 4 anos) eu sempre fui chamada de "Maria João", "mulher-macho", "sapatão" e todos os derivados disso por não seguir a risca a cartilha "feminina" e ser um pouco mais moleca. Eu simplesmente não me sentia bem com toda aquela pressão sexual nem com essa frufruzagem florida e cor de rosa que era empurrada goela abaixo das meninas pra no final tudo ser avaliado na competição de quem é mais bonita (desejável) do que a outra. Passei a vida inteira tendo que ouvir das pessoas que elas tinham certeza de que eu era lésbica pelo meu jeito de ser e de vestir, e sempre tive que explicar que nada disso fazia sentido, pois também não acredito na "cartilha da feminilidade"
O tempo passou e eu mantive essa questão sem muito desenvolvimento dentro de mim, até que comecei a andar com muitas pessoas que se identificam como "mulheres trans", e mesmo que na hora eu não percebesse, me incomodava aquela reprodução dos estereótipos do que é "ser mulher" por parte daquelas pessoas. Sempre extremamente sexualizadas, sempre reproduzindo padrões de roupas, de fala, de "interesses", até que eu comecei a pesquisar na internet canais de youtube de pessoas que falavam sobre o assunto pra tentar entender como essas pessoas definiam o que as fizeram se enxergar como mulheres, já que eu mesma nunca tinha conseguido definir o que era ser mulher pra mim (descartando a definição biológica). Percebi que em TODOS os casos que eu tive acesso eram sempre as mesmas questões: "eu via minhas primas brincando de boneca e com cabelos longos e queria isso também", "eu queria usar vestidos e chorava pedindo brinquedos como os da minha irmã", "eu sempre amei usar maquiagem e detestava esportes". Vi até gente que dizia que "simplesmente sentia-se como uma mulher" sem saber explicar como era isso, e eu, que nunca percebi nada dentro de mim que me fizesse "sentir que era uma mulher" passei a perceber como isso era complicado. Tudo que eu passei na vida em questão de sofrer com o machismo, ou de ser discriminada por não ser feminina o suficiente era em decorrência de ter nascido com uma xoxota. Essa xoxota me fez ser exigida ser sempre linda, ser recatada e "do lar", ser vista como menos capaz, tudo isso vem de brinde com uma xota, então como uma pessoa que nunca passou por isso pode dizer que "se sente uma mulher" só porque gosta do estereótipo feminino? Mulher é uma minoria social, por isso é muito complicado quando alguém quer entrar nesse grupo sem vivência nenhuma alegando simplesmente "se sentir parte". Costumo fazer um paralelo com a questão negra: Negros são uma minoria social, você pode se identificar com estereótipos negros, com a estética das culturas ligadas ao povo negro, mas NUNCA uma pessoa branca vai poder dizer que "se sente negro" e que por isso É negro, porque essa pessoa não tem a VIVENCIA do que é ser negro.
Entendo que uma pessoa que não se adequa ao gênero que foi designado ao nascer seja também uma minoria e que tenha uma vivência completamente diferente de quem é "cis", mas isso não faz com que a pessoa saiba como é a vivência do outro. Um menino que quer usar maquiagem não tem a mesma vivência de uma menina que se não usa maquiagem é tida como desleixada e feia. Mulheres trans pedem pelo direito de fazer coisas que aprisionam mulheres a séculos, coisas das quais as mulheres querem se libertar. Enquanto vejo videos no youtube de mulheres trans dizendo que lutaram pelo direito de saírem maquiadas na rua, vejo amigas que choram e não conseguem ter relacionamentos íntimos por medo de que as pessoas as vejam sem maquiagem e as achem feias. São pautas diferentes, não são a mesma coisa, e dizer que são não é vantagem pra ninguém pois atrapalha na identificação e nomeação de tais problemas para ambos os lados.
As páginas que disseminam conteúdo transativista têm muitas contradições, por exemplo: Cartilhas para "identificar sinais de que seu filho é trans" contém pontos como "perceber se a criança tem interesse por brinquedos e roupas designadas para o outro gênero" - mas ué... então eles acreditam em coisas para menino e coisas para meninas??? Isso não é exatamente reforçar os estereótipos de gênero? O órgão sexual define como a pessoa pode se expressar? Uma pessoa que não se adequa a esses estereótipos precisa então ser tratada com hormônios e fazer uma cirurgia para que seu corpo se adeque a esses estereótipos? Detestar o próprio corpo? Se o menino é "feminino" e a menina é "moleca" então isso é sinal de que ela "nasceu no corpo errado"?? Errado não é dizer pra essas crianças que elas precisam se encaixar nisso? Não é muito mais desafiador das estruturas patriarcais um homem que se afirma como homem e diz que homem pode usar o que quiser e continua sendo homem? Dizer que tem que ser mulher para gostar de coisas "femininas" não é exatamente anti diversidade?
Eu acredito que o Gênero é uma cartilha de regras que te entregam assim que você nasce pra te dizer que como a sociedade capitalista quer que você se comporte para que as estruturas se perpetuem, portanto precisamos questionar isso, mostrar que cada pessoa se expressa a sua própria maneira, e que ninguém deveria ter que se encaixar em caixinhas de comportamento.
Esses dias eu vi uma frase que achei muito explicativa, e pela qual uma professora americana foi rechaçada nessa última semana : Ser mulher não é ter uma "personalidade feminina" e qualquer corpo, mas sim ter qualquer personalidade e um corpo feminino. Essa frase pode ser usada para "ser homem" também.
Apesar dessa confusão eu sempre respeito os pronomes e nomeclaturas, e na verdade eu nem mesmo expresso nada desses questionamentos e acima de tudo trato a todos com muito respeito. Acredito que a única forma de chegarmos todos num consenso é conversar e debater, mas esse assunto mexe muito com traumas e com rejeição, então fica difícil que as pessoas consigam conversar sobre sem se sentirem atingidas pessoalmente e portanto o debate fica praticamente inviabilizado. É muito triste isso, e tem consequências sérias na vida de muita gente, pois mulheres são caladas, invisibilizadas, crianças são confundidas e encaixadas mais ainda nas caixinhas e ninguém pode falar nada pois se não é visto como transfóbico causador de mortes. Mesmo questionando a questão eu sempre vou ser partidária do respeito e anti qualquer tipo de violência.
Minha questão não é que as pessoas parem de se expressar como querem, mas que possam se expressar sem que isso faça com que a pessoa precise tomar remédios pro resto da vida, passar a negar e odiar o próprio corpo e principalmente que a questão das mulheres serem oprimidas principalmente pelo fato de serem geradoras de novos seres humanos e por isso precisarem ter sua sexualidade e subjetividade controladas não seja apagada pelo discurso de que "existem mulheres de pinto", pois a única coisa que TODAS as mulheres tem em comum é serem controladas por possuírem xoxota, e nada mais. Não é cor de rosa, não é calcinha, não é maquiagem nem unha grande.
Espero não ter ofendido ninguém com essa postagem, eu só precisei mesmo colocar isso pra fora porque vi uma postagem de um amigo trans dizendo que ia "desenhar pra quem não entendeu" e seguia uma série de imagens na qual a primeira dizia que uma drag queen era um homem que se expressava artisticamente com "signos de mulheres" com a foto da Pablo Vittar ( de maiô, cabelo de baby liss loiro e maquiagem ) e na hora veio um "CARALHOOOW ENTAO Q PORRA É SER MULHER???" na cabeça. Enfim, esse foi o desabafo, se alguém quiser debater ( com respeito) eu vou ficar muito feliz, porque de forma alguma tenho a pretensão de dizer que minha visão é a correta e pronto, estou muito aberta a mudar de opinião, mas pra isso é preciso um debate que seja coerente e baseado em fatos.
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2019.01.26 03:04 EdibleKite Me sentia sozinho por pura besteira

Aviso obrigatório que é um texto grande.
Desde pequeno eu fui o personagem caricato da turma, o palhaço colega de todo mundo. Claro que com algumas exceções mas pela maior parte do tempo eu sempre fui esse colega de todos e palhaço, igual os das séries de TV, aquele garoto meio afastado, sem muito jeito pra interações sociais e bobão. Enfim, partindo desse princípio, é mais que justo assumir que eu nunca tive muitos amigos, sempre tive aquela rodinha de meia dúzia de pessoas mais próximas, e talvez um círculo menor ainda de amigos de fato (nunca pense que só porque ele/a anda com você de vez em quando ou ri das suas piadas ou convivem no mesmo ambiente, vocês são amigos). Quando criança, eu nunca me importei muito com isso já que estudei numa escola pequena e na minha sala haviam 8 estudantes, contando comigo, então essa noção de "poucos amigos" pra mim era inexistente.
Na sexta série, eu mudei de escola; de uma sala com 8 estudantes fui pra uma com 30. O choque foi menor do que eu imaginei já que me adaptei pois meu "primo" já estudava e tive quem recorrer na solidão do aluno novo. --Eu não sei se foi a pré-adolescência ou a magnitude da escola que influenciaram nesse meu ponto de vista, talvez os dois.-- Quando você entra na pré-adolescência e começa a perceber os "sinais da puberdade", você muda sua visão do mundo; suas interações, suas intenções, tudo em você muda e é moldado pelo seu ambiente, e quando você sempre foi o garoto bobão não muito bonito que as pessoas nunca levaram muito a sério, você começa a se sentir desconfortável quando vê as garotas da sua idade que você gosta admirando garotos completamente diferentes de você; garotos populares, confiantes, e todo o resto do pacote do garanhão atlético jogadoconquistador das séries de TV. (Não que eu critique ou tenha algo contra isso, eu acho completamente natural. Da mesma forma que as garotas mais velhas, mais "arrumadas" também chamam mais atenção que as tímidas e "desarrumadas") Isso te faz sentir menos, menos que eles por não ser rodeado de amigos, menos por não ter um harém de pré-adolescentes te desejando. Hoje em dia eu olho pra trás e vejo o quão ridículo é isso, mas o meu eu de 12/13 anos não tinha o discernimento necessário pra perceber isso.
E depois de todo o drama do garoto rejeitado pela garota popular, você chega na sua era de ouro, conhecida como adolescência, onde todas as melhores experiências da sua vida acontecem, ou pelo menos é assim que te falam. Enfim, eu não sei o que eu tenho em mim mas eu sempre tive amigos populares, não que isso ajudasse na minha inabilidade de socializar mas eu me sentia um pouco mais confortável comigo mesmo. Contudo, ser o "sidekick" da galera popular não é muito agradável, ver aquele seu amigo contando da milésima garota que ele ficou, ou ouvir intermináveis histórias de como ele se aventurou pegando carona num trem sentido à praia fica chato uma hora e você se sente culpado por não ter as mesmas experiências, e por mais que em uma fase da minha vida eu acompanhasse meus amigos nesses rolês, sem eles eu não faria metade das coisas que eu fiz. Não me arrependo da maioria das coisas que fiz nessa época mas eu sei que por conta própria, metade não teria acontecido. Sempre fui muito tímido, e por isso não saía frequentemente de casa por conta própria, por assim dizer. Foi nessa época, mais especificamente quando terminei o Ensino Médio, que eu comecei a me sentir sozinho, já que me afastei inevitavelmente dos amigos da escola, todos têm sua própria vida pra viver, afinal. E com isso, a maioria dos rolês acabaram. Nas redes sociais (ah, as benditas redes sociais, ótimo combustível pra deterioração da saúde metal) eu ainda os acompanhava, e via que eles ainda saíam com seus "amigos" sempre, bebiam, riam, ficavam na rua até tarde. E eu no meu quarto, jogando, ouvindo música. Isso me fez novamente me sentir menos que meus próprios amigos (leia-se inveja), com isso comecei a ter pena de mim mesmo, por não ter amigos, por não ser tão bonito e popular quanto eles, por estar todos os finais de semana em casa enquanto os outros se divertiam em festas e afins. Esse sentimento durou por muito tempo, ainda mais quando comecei a ficar com uma garota que era bem mais extrovertida que eu, que saía sempre e tinha vários "amigos". Como autoflagelo eu comecei a querer sair mais pra talvez parecer mais legal e descolado. Eu admitindo isso pra mim mesmo hoje em dia me faz sentir vergonha, é patético reconhecer que eu fui tão longe só pra me adaptar (que adolescente nunca fez isso?). Mesmo saindo mais, meu número de amigos não mudou e por dentro eu ainda era o garoto que jogava a madrugada toda, só estava por um momento mudando meu mindset.
Meu problema foi sempre usar como modelo de felicidade e satisfação, o cara rodeado de amigos que saía sempre e vivia bêbado e saindo com garotas diferentes. Eu nunca parei pra ver que eu não precisava disso pra ser feliz. Eu tentava preencher meu vazio com madrugadas regadas a álcool e garotas com qual eu sabia que nosso romance não duraria por mais de algumas semanas. E eu só cheguei nessa conclusão recentemente quando percebi que continuava desconfortável e infeliz, um miserável de máscara. Percebi que sou mais feliz investindo em mim mesmo, lendo, jogando, estudando, ouvindo as músicas que eu amo e que me fazem sentir bem, indo sozinho no shopping pra tomar um sorvete e assistir um filme ou mesmo saindo com meu círculo gigante de amigos (de verdade) de três ou quatro pessoas. Percebi que a solidão de cada um é diferente. Essa minha ânsia de companhia vinha desse marketing das redes sociais onde todo mundo é feliz e cheio de amigos o tempo todo. Hoje em dia não me sinto mais sozinho por não ter um rolê todo final de semana ou por não conversar com 5 garotas ao mesmo tempo, sou satisfeito comigo mesmo. O ponto que eu quero chegar com isso tudo é aquele clichezão que todo mundo já cansou de ouvir: seja você mesmo (A menos que você seja furry, nesse caso, não seja você mesmo de forma alguma) e se descubra, não se baseie nos outros.
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