Namoro depois de um divórcio com crianças

Depois de um divórcio é geralmente difícil para um homem se encontrar novamente. O medo está lá, a memória do fracasso também, portanto, a moral não está na bela correção e voltando no jogo de sedução não é um pequeno negócio. Avançar Para se encontrar novamente é importante não deixar ir, ser limpo em você, […] Entenda que pode haver uma certa hostilidade. É quase impossível que a família dele aceite você de primeira, ainda mais as crianças. Depois de passar por um casamento malsucedido, é comum que os novos relacionamentos não sejam levados tão a sério. Sempre que for apresentada a alguém da família dele, lembre-se disso. Onde colocar um anel de casamento depois de um divórcio: presságios populares, tradições, conselhos psicológicos. Cada casal tem alianças de casamento, à sua maneira, especiais e únicas. Depois de um divórcio, surgem questões sobre onde colocar essa decoração de ligação. Um divórcio não é um sinal de bagagem emocional. É um sinal de que uma pessoa tinha força para querer sair de um relacionamento doentio. [Leia: 10 motivos pelos quais você pode ser aliviado depois de um rompimento] O casamento é uma das coisas mais maravilhosas que podem acontecer a qualquer um. “Eles têm o máximo de respeito um pelo outro. Eles permanecem comprometidos para criar as crianças como um time”, ainda disse a revista People. O casal se conheceu e começou a namorar nos bastidores de O Massacre da Serra Elétrica: O Início, em 2005. Depois de dois anos de namoro, oficialmente se casaram. Namorar depois do divórcio pode ser um campo minado para a mulher da meia-idade.. Talvez até mais espinhoso do que ponderar o que vestir em um encontro, onde ir, quem paga – para não mencionar como você encontra pessoas até hoje neste admirável mundo novo de encontros na Internet – está superando sua relutância em tentar isto. Por que é tão difícil?

Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

2020.08.24 15:02 LeastFudge9 Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

Vejo muitos posts de "nunca namorei" por aqui, entendo cada um de vocês e digo que me vejo um pouco nesses posts também. Talvez meu post ajude. Isso aqui vai ser longo.
Sou homem, hétero e tenho quase 25 anos. Até os 22, nunca tinha namorado, nem transado, e entre essa idade e meu primeiro beijo (aos 11 anos de idade), eu havia beijado quatro garotas, uma delas talvez eu não devesse contar, pois foi uma amiga de minha mãe bem mais velha que praticamente me forçou a fazer isso quando eu tinha 14 anos. Mas ok, contemos quatro garotas dos 11 aos 22 anos. Isso me deixava triste nos mesmos moldes que vejo aqui em muitos posts.
No dia do meu aniversário de 22 anos, uma conhecida 16 anos mais velha avançou nas investidas por WhatsApp e me enviou nudes. A partir de então, foi tudo muito rápido, tive minha primeira vez com ela e foi fantástico. Ela estava em um processo de divórcio iniciado havia menos de um mês e tinha um filho de oito anos. Daí começa meu inferno.
Ela era uma mulher muito inteligente, bonita e, para me convencer a iniciar um namoro, praticou o famoso "love bomb", eu me sentia o cara mais foda do mundo, ela inflava minha autoestima de uma forma que ninguém jamais havia feito. Iniciamos um relacionamento sério e entrei no fogo cruzado de uma guerra que envolvia minha então namorada, o filho único dela de oito anos de idade e um ex marido extremamente agressivo e descontrolado.
Cheguei a receber ameaça por WhatsApp do tal ex, o filho dela levava recadinhos velados do pai pra mim, me ligava quando estava com os coleguinhas e me xingava das piores coisas e dos piores nomes possíveis (palavras que uma criança da idade dele não devia saber). Tudo isso enquanto frequentemente o garoto chegava da casa do pai quebrando a casa e gritando, eu acho que isso de esperar o inferno toda vez que ele ia pra casa do pai provavelmente foi o que me fez desenvolver um grau de ansiedade. E como já deve ter sido possível perceber, rapidamente eu ficava mais na casa da minha então namorada que na minha própria casa, por livre espontânea pressão.
Como se não bastasse, minha então namorada era extremamente controladora. Com o tempo, eu não podia mais conversar com outras mulheres, ela gritava comigo e quebrava a casa quando estava - nas palavras dela - "surtada". Pra ajudar a ilustrar, lembro-me que uma vez bocejei enquanto estávamos em um restaurante (EU organizei a ida, foi meu presente de dia dos namorados) e ela começou a brigar, perguntando se eu não queria estar ali (e então passei a ter receio de bocejar perto dela - e eu bocejava bastante, porque trabalhava e fazia faculdade).
Houve também uma situação em que recebi uma proposta profissional que significaria passar quatro meses em outro país. Ela surtou, passei uma noite em claro com ela gritando, quebrando a casa, tentando me expulsar de lá (como eu iria embora com a mulher naquela situação?). Enfim, foi um inferno, nem gosto de lembrar. Acabou que eu neguei a proposta profissional, ao mesmo tempo em que ela saiu falando para meus amigos (que viraram amigos dela também) sobre como ela, apesar de triste com a distância, achava uma oportunidade e um projeto muito importantes. E também encontrou meios de me manipular ao ponto de eu ficar na dúvida sobre por que eu tinha negado a proposta. Recentemente, depois de mais de um ano de terminados, ela disse pra uma prima minha sobre essa história e confessou que "fez de tudo que foi possível" para que eu não fosse. Me senti um idiota.
O cúmulo, na verdade, foi quando minha família alugou um sítio para comemorar o aniversário da minha irmã mais nova, a festa consistia em as pessoas mais chegadas ficarem um fim de semana inteiro neste sítio. Nessa época, minha ex já tinha desenvolvido uma posse sobre mim que incluía ter uma espécie de ciúme do tempo que eu dedicava à minha família (que já era quase zero). Justamente por isso, percebi que minha ex estava resistente a ir para este sítio, optei por fingir que não tinha percebido. No dia de ir pro sítio, como eu já suspeitava, ela estava em surto e passou a manhã inteira deitada. O filho dela estava ansioso pra ir, pois tinha piscina e outras crianças, então resolvi que iríamos eu e ele, disse isso pra minha ex e falei pra ela me ligar assim que quisesse ir, que eu a buscaria. O sítio ficava a uma hora de carro.
Vou resumir o que aconteceu, embora para passar o meu terror eu devesse contar detalhadamente. Basicamente, para fazer-me sentir-me culpado por ter ido sem ela, ela resolveu colocar fogo em umas toalhas (muitas!) no chão do banheiro, a ideia - isso tudo eu só concluí passados meses - era criar uma cena de horroincêndio pra quando eu chegasse. O que ela não calculou é que o álcool evapora rápido, então ela queimou o rosto, parte do cabelo, o pescoço, parte dos seios e da barriga. Ela me ligou em pânico e eu corri de carro tarde da noite em uma estrada deserta. Daí em diante nossos dias foram de hospitais (eu fiquei nos hospitais o tempo todo) e cirurgias plásticas. Ela não ficou com nenhuma sequela física. Depois que a ajudei com as queimaduras (em casa, eu fazia os curativos) e cicatrizes temporárias, terminamos (e no dia seguinte ao término ela bateu o carro e, pela forma como foi, parece ter sido proposital). Mas, enfim, consegui sair desse relacionamento abusivo depois de quase dois anos. Esse textão que escrevi é só uma porcentagem do que passei.
Menos de um mês após esse término, retomei contato com uma amiga (e paixonite platônica) de adolescência, acabou que ficamos e veio outro "love bomb". Caí nessa de novo pra depois de dois meses ela me tratar feito lixo, me dar respostas mal educadas, me ignorar e perder a paciência por coisas banais. Essa noite tive um pesadelo com o desdém dessa última ex (faz nove meses que terminamos) e acordei mal, por isso vim aqui desabafar. Felizmente, esse outro relacionamento não durou mais que quatro meses.
Hoje, olhando pra trás, percebo que caí nessas porque tenho uma carência advinda de um abandono afetivo na infância/adolescência, fruto de situações com meus pais. Ou seja, eu estive buscando suprir com relacionamentos uma carência paternal/maternal, então virei alvo fácil para pessoas complicadas ("love bomb" e visões idealizadas e fantasiosas de relacionamentos me fisgaram fácil). Eu estou bem atualmente e bastante feliz com vários projetos pessoais e profissionais, talvez esteja na melhor fase da minha vida nestes termos. No entanto, estou quebrado para relacionamentos e sei que precisarei de terapia para superar a resistência que adquiri com os traumas que relatei. A conclusão é: procure conhecer a si próprio e reflita bastante sobre porque não estar em relacionamentos lhe afeta, pois você pode estar tentando tapar um buraco que na verdade lhe fará ser presa fácil. Esteja em um relacionamento por ter descoberto alguém que te leve para frente, não somente por estar. Inclusive, não faz sentido estar em um relacionamento apenas porque você quer estar em um relacionamento. Não sei se estou sendo claro.
É isso, obrigado.
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2020.07.20 20:04 choco-menta Desilusão amorosa, primeira e única

Olá Lucas, gatas, editores e turma/chat que está a ver. Essa é a história de como o amor me fez de trouxa pela primeira e, até agora, única vez.
Obs.: Todos os nomes que eu cito na história já foram censurados.
O começo dessa história data de junho de 2011. Era o dia da festa junina do meu colégio e eu ainda estava no terceiro ano do fundamental. Os alunos do primeiro até o quinto ano eram convidados a participar das apresentações de quadrilha a troco de um pequeno bônus na nota e uma boa humilhação pública. Para aquele ano, nossa turma ia apresentar aquela clássica performance do casamento e, pra não ser injusta com nenhum par, todos nós que resolvemos participar íamos nos casar. Sendo assim todas as meninas estavam vestidas à caráter, como pequenas noivas — eu inclusa. — e os meninos com um traje estereotipado caipira: calça jeans, camisa xadrez e chapéu de palha.
Antes dos ensaios eu nunca tinha tido muito contato com o meu "noivo", vou chama-lo de João, e o conhecia apenas de vista. No entanto, a dança nos aproximou e ficamos bastante amigos. No final das aulas, enquanto esperávamos que nossos pais fossem nos buscar tínhamos conversas até que produtivas para crianças de apenas oito anos.
Ele foi o primeiro menino que eu cheguei a considerar meu amigo e não demorou muito para que minhas irmãs fanfiqueiras enchessem o meu saco dizendo que aquilo era mais que uma amizade. Se não fosse por elas, minha cabecinha inocente não teria visto nada de errado em casar com o garoto por um dia apenas, mas após as insinuações delas eu passei a enxergar o que tínhamos por outro ângulo e não gostei muito do que vi.
Meu pai sempre foi do tipo protetor, daqueles que diz que namoro é coisa para depois da faculdade e na época eu fiquei apavorada pensando que estava o desobocendo só por ser gentil com o garoto. Foi aí e por conta disso que me decidi: após o casamento, eu ia querer o divórcio.
Na noite da festa eu me concentrei em me divertir e na dança. Mas, mesmo me divertindo à beça, eu ainda sentia que estava fazendo algo de errado e segui firme naquela ideia.
Ficamos cinco anos sem nos falar. O fato de que nunca mais caímos na mesma turma ajudou. Também não tínhamos um amigo sequer em comum. Na real, um dos amigos dele era o Miguel, um menino que praticava bullying comigo e com praticamente a escola inteira. Na época eu considerava bullying porque ele dizia em forma pejorativa, mas hoje em dia se me chamarem de "Lady Gaga" de novo eu irei aceitar como elogio. E não precisa cancelar ele, o Miguel é importante para a história e só estava por um período de auto-aceitação (na verdade ele é little monster).
Além disso, muita coisa mudou em cinco anos. Em 2012, por exemplo, foi o fim do meu mundo. Não que seja importante pra história, mas ninguém morreu, além do amor entre o meu pai e a minha mãe.
Indo para 2015, eu e Miguel fomos colocados na mesma turma. Eu pensava que seria um inferno, mas o excesso de convivência — seis horas por dia, cinco dias da semana. — fez com que virássemos amigos. E, sendo amigos, eu passei a andar com os amigos dele e ele com os meus.
E dentre os amigos dele estava o João, meu ex-marido. E, com quatorze anos, o tempo foi esclarencendo para mim o que eu sentia por ele. Tivemos conversas ainda mais interessantes, trocávamos indicações de livros, séries e músicas. Ficava cada vez mais claro para mim que aquela era uma amizade que eu não iria querer desperdiçar ao fazer a burrada de me declarar. Na minha cabeça, fazia muito sentido que eu deixasse tudo como estava: e se ele não sentisse o mesmo? E se não durar? Meu pai nunca que iria deixar mesmo.
No Ensino Médio, cada um seguiu seu caminho e foi para uma escola diferente. Em estados diferentes, inclusive. Mas, no fundo, eu acho que sempre haverá uma parte de mim esperando pelo universo fazer uma forcinha e nos coloquar frente à frente mais uma vez, ainda que para trocar mais indicações de cantores e seriados. E depois da faculdade, de preferência.
Soquinho no cotovelo e <3
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2020.06.12 10:11 LinnenYuniPqSim Sou babaca por me apaixonar pela minha melhor amiga ?

Acho que é difícil o Luba ler isso aqui mas ok , me jogo na lava pra me queimar mesmo. Olá Luba , editores , gatas , possível convidado(a) e pessoas da turma que estão lendo.
Bom , eu mudei de escola no terceiro ano do fundamental 1 , atualmente estou no oitavo ano e a minha amiga Esmeralda(vou chamar ela assim pq eu amo esmeraldas , HAH) também está no oitavo e enfim. No quarto ano eu conheci ela e eu realmente fiquei curiosa por ela sabe. Tinhamos os mesmos gostos , tinhamos raiva das mesmas pessoas e ambas nós duas tinhamos ciúmes uma da outra , era meu segundo ano naquela escola e eu ainda era meio tímida , e a minha amiga q tinha entrado na escola junto comigo estava em outro período ou seja , eu estava sozinha , ela desenhava junto comigo também. Enfim , eu e a esmeralda éramos boas amigas , claro , briguinhas bobas de criança como:"VAI LÁ COM A SUA OUTRA AMIGA VAI" Mas tava na cara que a gente ficava de boas depois , o que eu achava muito estranho pq tipo , ela não era de desculpar as pessoas mas comigo ela tava sempre me perdoando. Tá , seguimos do quarto ano até o sexto juntas , eu lembro que toda semana morria pelo menos 2 parentes dela , e era tantas as vezes que ela vinha me falar que as crianças percebiam e ficavam zoando com a cara dela , eu tinha um pouco de medo porque diziam sempre: "Ó Linnen , a Esmeralda tá apaixonada por vc , vive inventando coisa pra chamar sua atenção." Eu comecei a acreditar nas pessoas , até comentava com a minha mãe , e quando eu falei com ela de que a menina poderia estar só querendo minha atenção minha mãe concordou. Nisso eu me afastei dela , eu estava com outra amiga , eu tinha medo dela naquela época , e aí ela focou a vida no amigo dela e mesmo assim ainda tinhamos ciúmes uma da outra. No sexto ano eu perdi todo mundo , eu só tinha ela por perto , eu não conhecia ninguém daquela nova sala , então é , eu voltei a ficar por perto dela. Mas naquele tempo eu estava olhando ela de outra forma , eu notei que precisava dela por perto ou então eu iria morrer sozinha Eu me arrependi de tudo , de todas as vezes que falei mal dela , de todas as vezes que ignorei os momentos que eu podia ter ajudado ela e não ajudei. Eu perdi o foco nos estudos , eu dediquei todo o meu tempo para ela , a todo momento eu estava com ela. Saíram boatos que nós estavamos namorando , era 2018 e ainda tinha aquela polêmica se tivesse casal gay ou lésbico eu negava sempre , mas ela não ligava pra nada e eu nunca notei. Perto de maio , ela começou a namorar aquele amigo dela , mas não deu certo Um dia a irmã dela descobriu que o pai delas não era fiel ao casamento e aí vem o divórcio , junto com isso aquele idiota do namorado dela ficou tirando sarro da cara dela e eles terminaram. Como eu disse , o povo tinha medo dela e ela não tinha boa fama , mas eu dediquei meu tempo todo pra ela lembram ? O ano estava acabando , e ela estava indo pra de manhã no sétimo. Eu conversei com meus pais mas não deu certo Por fim , chegou a porcaria de 2019 , eu de tarde ela de manhã com a nossa outra colega(mais ou menos , a Esmeralda e essa colega tinham brigado no final do ano por causa dos jogos da escola) Enfim , ela saiu da escola e também não respondia minhas mensagens , nem por e-mail , nem instagram , nem amino nem mesmo Whatsapp. Eu estava muito preocupada , eu ia ora escola sozinha pensando nela. Normalmente eu estava neutra a todo momento , não tinha muitas pessoas , eu tinha conhecido umas meninas legais mas não era o mesmo que estar com a Esmeralda entende ? E aí , de repente eu recebo a mensagem dela no amino uns 3 ou 4 meses depois das aulas terem começado Ela estava com um relacionamento virtual , eu tava de boas naquela época eu nunca pensei na possibilidade de eu estar apaixonada por ela. Passou o tempo e aí okei né , eu descobri que sou bissexual , falei isso pra ela e ela disse que também é. Nesse tempo ficávamos ligando uma pra outra todo dia que eu chegava da escola e bem um dia eu pensava nela , outro dia eu ficava louca pra voltar pra casa e ver aquele sorriso e aqueles belos cabelos cacheados escuros e tals E do nada , eu me apaixonei por ela. Junto a isso ela apareceu dizendo que já tinha se apaixonado por mim uma vez mas que tinha muita vergonha de me dizer aí eu me apaixonei por completo e sei lá , um dia ela brotou com um tal de um menino que usava o perfil de Killua. E eles estavam namorando , okei , eu superei o namoro deles. E pra variar não durou nada , eles terminaram em menos de dois meses....E eu decidi dizer o que eu sentia , mas né: "Ah , desculpa , eu te amo sim , mas como melhor amiga , nada mais doque isso" Eu não fiquei louca , eu não briguei com ela , eu só aceitei e disse pra ela que eu entendia , e que eu não posso obrigar ninguém a me amar. Mesmo depois de tudo isso , eu ainda estou amando ela , tendo pensamentos dela por perto , imaginando como vai ser quando nos encontrarmos novamente. Eu sou babaca de mesmo sabendo que ela não me ama continuar apaixonada pela minha melhor amiga ?
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2019.06.17 03:57 lucius1309 LUGAR AMALDIÇOADO

Antes de começar, dá um play nos discos que ouvi pra escrever esse texto.

ALICE IN CHAINS - SAP (1992)
https://www.youtube.com/watch?v=wQUlXOJqi5M
ALICE IN CHAINS - JAR OF FLIES (1994)
https://www.youtube.com/watch?v=6zurnifn-Y0

Gosto de forçar minha tristeza às vezes. Não sempre. Mas eventualmente gosto de saber que ainda sinto alguma coisa. No geral, é tudo apatia. Vontade de não levantar da cama e nem de ver ninguém nos olhos. Falar com pessoas é algo que acaba comigo, e várias vezes tive que ficar minutos (que pareciam dias) no telefone falando com pessoas que, honestamente, eu não dou a mínima.
Na real, eu não dou a mínima pra ninguém.
Ou quase ninguém, eu acho.
Não que eu não me importe com as pessoas, eu simplesmente não tenho interesse algum nelas, e por mim, viveria sempre no meu bom e velho casulo ouvindo discos, batendo textos e fazendo comidinhas gostosas. Sim, agora não existe a garrafa, não há muito a se fazer além disso.
"Então o que você me diz do seu trabalho atual, em que você ajuda pessoas a saírem do buraco que um dia você esteve?" o leitor pode questionar. E a resposta é simples. Eu faço tudo isso porque me faz bem, não porque faz bem pros outros. Fazer bem pros outros é mera consequência, mas se não fizesse, eu continuaria fazendo do mesmo jeito.
Certo.
Voltando uns doze anos atrás, eu estava começando a beber todos os dias, escutava Metallica, Megadeth, Anthrax, Iron Maiden e Slayer todos os dias, usava camisetas pretas e calças jeans desbotadas, havia raspado a minha cabeça com a maquininha 1, pesava sessenta quilos com um metro e oitenta de altura, odiava a faculdade e todos que estavam lá, meu namoro não ia bem e eu estava sendo traído (coisa que só vim a descobrir depois de um tempo), não acreditava em Deus e nem no Diabo, eu só queria me esconder e ler um pouco de Nietzsche. Acabei lendo dez livros dele, fora Schopp, Kierkgaard, Spinosa, Rimbaud, Heidegger, Camus, Baudelaire e outros imbecis, não sei onde eu li, só sei que li sobre o egoísmo do altruísmo, e sobre como pensar no próximo era sim o maior ato de pensar em si mesmo. Se fazer bem pra alguém te faz bem, você faz, mas se não faz, você deixa de fazer. É aquele velho ditado, todo mundo torce pelo sucesso do outro, desde que não interfira no sucesso de si mesmo. Logo eu, uma das pessoas mais covardes que conheci, lendo isso com meros dezessete anos, sem saber porra nenhuma da vida e achando que o problema estava todo no mundo lá fora, e nunca dentro de mim.
Afinal, não havia nada de errado em pensar em suicídio todos os dias, beber e ouvir música pesada. E depois disso tudo, as coisas só vieram a piorar.
Tenho certeza que moro num lugar amaldiçoado. Meus dois vizinhos usam drogas de forma violenta, desde que estão aqui eles usam, até hoje não conseguiram parar. Um deles eu sei que está jurado de morte pelo líder de algumas bocas de fumo da região, inclusive uma vez ele quase morreu por causa de uma dívida de trinta reais, mas eu fui na biqueira e paguei essa dívida. Claro que depois disso ele contraiu dívidas novas, e novas, e hoje devem estar em números exorbitantes.
Dentro da minha casa eu já usei muita droga, assim como meu pai e minha mãe, meu irmão começou a usar drogas aqui dentro também. Um ex namorado da minha mãe morreu de cirrose na sala de estar, ela chegou do trabalho e encontrou ele todo ensanguentado, pedaços do rim e do fígado espalhados pelo sofá, uma cena digna de um seriado policial. Eu mesmo já tentei me matar seis vezes aqui dentro, sendo dois enforcamentos, três tentativas de overdose (uma delas com medicamentos, duas com outras drogas) e uma vez com uma arma contra a minha cabeça. A casa já foi invadida duas vezes, furto, onde nada de mal aconteceu além da perda material. Já coloquei aqui dentro traficantes, putas, usuários de drogas, bicheiros, assassinos, trombadinhas, moradores de rua e toda classe de degenerados.
Hoje moro sozinho nessa casa, estou pensando em sair fora, pagar um aluguel em algum lugar e passar essa casa pra frente (venda ou locação), pra ver se consigo me sentir melhor. Os sábados geralmente são piores, mas todos os dias são complicados, o espiritual daqui é carregado, é como se alguma alma ainda andasse aqui dentro, quem sabe a alma do ex-namorado da minha mãe, que morreu aqui dentro. Minha mãe está numa depressão forte há quase dois anos, não consegue reagir de maneira nenhuma, envelheceu uns 20 anos desse tempo pra cá, chora o tempo todo e não quer sair do sofá. Assiste as novelas mexicanas e às vezes passa dias sem tomar banho. Come eventualmente e toma medicamentos fortes demais.
Eu tenho certeza que ela vai melhorar se sair daqui. Deve ter um sapo enterrado em algum lugar, que já estava enterrado desde antes de mudarmos pra cá. Fomos os primeiros donos, essa casa é nossa há quase 25 anos, e desde que meus pais vieram pra cá, comigo e meu irmão, tudo só piorou pra eles. Inevitavelmente veio o divórcio, e meu pai está bem melhor desde então.
Já morei em outros lugares, mas por pouco tempo, e nesse pouco tempo fora, a vida pareceu melhor de alguma forma. Eu consegui progredir, evoluir. Mas sempre acabo voltando pra cá, quer eu queira, quer não. Fiz uns trabalhos espirituais, incensos, defumações, descarregos, mas por enquanto, tudo segue do mesmo jeito. Satanás, em todas as suas formas, é muito forte aqui. São anos e anos se abastecendo de tristeza, vontade de morrer, abuso de álcool e drogas e desmoronamento familiar.
Talvez a vida seja melhor fora daqui.
Talvez o problema esteja em mim.
Não sei, não pretendo saber.
Tudo o que eu quero é uma paz de espírito completa. Uma utópica forma de ver a vida de maneira positiva. Afinal de contas, os especialistas com seus diplomas pomposos pendurados na parede dizem que tudo depende só de nós mesmos, e afirmo, pra estes, que se depende de mim mesmo, e somente de mim mesmo, eu venho fazendo um péssimo trabalho. Falta talento. Falta paciência. Falta principalmente vontade, porque como eu disse acima, minha vontade é de ficar no meu casulo sem ter contato com pessoas, pois pra mim a vida das pessoas é tão importante quanto a teia de aranha que destruí hoje enquanto limpava a cozinha.
Trabalho com a minha ansiedade da mesma forma que trabalho com o meu alcoolismo, um dia de cada vez. Faço exercícios de respiração, tento ocupar minha cabeça, canalizo pra alguma atividade um pouco produtiva, leio, vejo memes e torço pro dia acabar logo. Dentro de mim ainda respira um ser conturbado e problemático, que já ameaçou pessoas com faca e se jogou na frente de carros. Escutem, eu não sou santo, nem sou um escritor genial, sou só um cara fudido tentando ser feliz. Como a maioria é também. A diferença é que eu enfrento essa realidade (mesmo contra a minha vontade) e tento fazer alguma coisa, enquanto os outros, no geral, estão vivendo vidas patéticas demais e recheando as redes sociais com sorrisos mentirosos e olhos sem brilho.
O mundo continua girando, e continuará girando sempre, comigo aqui ou comigo em outro plano.
Isso não quer dizer que eu queira me matar.
É uma ideia que existe, mas ela aparece uma vez por semana e dura de cinco a dez minutos, então eu penso em todo o trabalho que seria e acabo desistindo, até porque eu tentei me matar muitas vezes e não morri, não vai ser agora que vai dar certo.
Ou vai?
Chega, esse texto está muito carregado. Não vou falar sobre atentar contra a minha própria vida, vou falar de uma coisa legal.
Hoje eu saí cedo pra dar uma volta, me ajuda a lidar com a minha ansiedade, e vi umas crianças de uns sete ou oito anos de idade tocando as campainhas e saindo correndo depois, dando risada numa inocência sem precedentes. Aquilo me tirou um sorriso dos lábios, e vi alguma esperança nas próximas gerações. Não necessariamente que eles vão dar certo, afinal, a minha geração falhou miseravelmente. Mas me fez ver as coisas com outros olhos pela primeira vez em semanas.
Depois disso, andando pelas ruas e vendo as pessoas tranquilas me senti em paz, uma paz estranha, serena, como se não houvesse nada de errado no mundo, como se minha vida tivesse sido perfeita até ali, como se eu tivesse tido o amor do meu pai e da minha mãe, como se eu nunca tivesse tentado me auto destruir pelo simples fato de me odiar demais e achar que eu não mereço ser feliz. E aquela paz durou algumas horas, eu cantei algumas músicas alegres e ganhei a minha semana.
Talvez ainda resida um Deus dentro de mim que me indica os caminhos certos e me faça acertar de vez em quando. Enquanto eu não faço contato direto com ele, vou tocando os dias da melhor forma.
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2019.05.06 10:17 The-Old-Onee Meu primeiro relacionamento

A história do meu primeiro relacionamento foi algo que me marcou por um bom tempo. Até hoje, talvez.
Essa história pode não interessar muitas pessoas, mas aos que se interessarem, sejam bem vindos.
Tudo começou aos 6 anos de idade. Por isso, não esperem bastante maturidade vinda de mim. Na época em questão, eu havia acabado de me mudar com a minha família, e tinha entrado em uma escola pública. Foi nessa escola que encontrei a garota que viria a gostar.
Eu sempre vi muitas garotas bonitas em minha vida, mas nunca prestei muita atenção nelas, entretanto, algo me chamou atenção nessa garota. A propósito, pensei que poderia ser a sua beleza, mas isso não faria sentido por conta do fato anterior.
Sem nem mesmo conhecer um pingo de sua personalidade, eu acabei tendo a segunda paixão da minha vida, mais forte que a primeira.
Primeiramente, devo admitir que eu ficava muito sem jeito perto dela. Por isso, me impressionei comigo mesmo sobre como consegui pedir o seu telefone. As conversas eram inocentes, foçadas no meu herói de infância: Sonic.
Por favor, não ria.
Tive a sorte de descobrir que ela também era fã do Sonic, e isso unia as nossas conversas. Sem contar as minhas piadas sem-graça que sempre arrancavam um riso dela.
Depois de um tempo, as conversas terminaram. Não pude ligar para ela por um tempo, e logo perdi o seu número de telefone. Tímido, com vergonha de pedir novamente seu numero, aquela foi a última vez que eu conversei com ela no Ensino Fundamental.
Da segunda até a quarta série, eu estive gostando dela. Observando-a de canto, escrevendo seu nome em minhas coisas, imaginando um futuro promissor, até mesmo sendo motivado a ir para a escola simplesmente para ver o seu rosto. Uma criança apaixonada.
E com um óbvio mas bem escondido ciúmes quando rumores (falsos, no caso) de que ela namorava com o garoto mais inteligente da sala, começaram a surgir.
Eu, parabenizei ela por isso, mas amaldiçoei o garoto milhares de vezes, por dentro.
É uma das últimas vezes que lembro de ter dito algo para ela.
Quando passei para a quinta série, a escola escolheu uma nova escola da qual frequentaríamos, pois não tinha recursos para ter uma quinta série e além.
Fomos para a mesma escola.
Mas nada mudou, ficamos em salas diferentes. Nenhum dos meus amigos estavam ali, e para piorar, pelo meu jeito, passei a sofrer ofensas por outros colegas, das quais nunca me fizeram bem.
Ali, minha autoestima desmoronou completamente.
Eu sempre via ela algumas vezes, andando pelo pátio com os amigos, e talvez uma coisa que nunca cessou, foi minha paixão por ela.
Me lembro de um dia estar num evento de Festa Junina na escola. Cheguei cedo com a minha mãe, sentei em um banco no meio da praça, e ela sentou um pouco à frente. Queria falar com ela, mas nunca soube como começar.
Quando notei, ela se juntou com seus amigos, a conversa nunca aconteceu. Mas teria mudado algo afinal?
No meio daquele ano, eu me mudei mais uma vez. Dessa vez, fui para longe. Agradeci, nunca mais iria ver os retardados dos meus colegas, e como minhas notas eram baixas, não tinha o que perder.
Um dia, então, bem longe dela, passei a usar o Facebook. E por coincidência, encontrei o Facebook dela. Adicionei, e foi ali que a magia passou à acontecer.
Inicialmente, não me lembro de como ocorreu a primeira conversa, mas devo ter me apresentado, para ver se ela se lembraria de mim. Uma coisa que memorizo, entretanto, eram as sensações estranhas na minha barriga.
Eu devia ter o que? 9 ou 10 anos?
Fomos conversando, até chegar o dia da qual disse para ela como me sentia. Praticamente, disse que gostava dela. Nosso relacionamento nunca piorou, mas também não melhorou.
(Ps: uma das coisas que devo ressaltar, é que eu basicamente tinha medo da forma que ela reagiria. Por isso, nunca me declarei pessoalmente. Maldita covardia!)
Eu tentava sempre agir como um bom amigo. Tentava dar conselhos - me colocando no lugar dela - sempre tentava diverti-lá, no caso, sempre tentando encontrar um jeito de conquistar ela, até o dia que ela também passasse a gostar de mim.
Eu tentei ser o cara perfeito. Se eu consegui? Eu não faço a mínima ideia.
O tempo passou, e ela passou a ficar com outras pessoas. Quando ela ficava mal, eu sempre tentava animar ela. O ciúmes não era algo tão presente, pois no caso, eu só ficava interessado no bem-estar dela. Seus namorados eram um detalhe que eu procurava esquecer.
Enfim, um dia, o meu ciúmes me levou à entrar em discussão com um de seus amigos íntimos. Com esforço, eu consegui quebrar o relacionamento deles (isso soou tão mal).
A propósito, no início, ela falou que não terminaria com ele. Por isso, me senti inútil, e me afastei por um tempo. Bem decepcionado.
Quando voltei, ela havia me agradecido por ter ajudado a tirar o cara da vida dela. Nunca soube o porque, ela nunca me disse.
Enfim, nos reaproximamos, é nosso relacionamento evoluiu um pouco. Não tanto quanto eu gostaria.
Então, eu cometi um erro. Um grande, enorme, e fodido erro.
Basicamente, minha pessoa se cansou de ser o amigo consolador, e passou a ser mais impaciente com a situação. Então.. eu, com o meu jeito covarde de ser, chamei a própria pessoa que eu gostava, de oferecida.
O pior, foi em um post público. Com a clara intenção de humilhar.
Entramos obviamente em discussão, uma briga que nos afastou por um ano inteiro. Talvez, o melhor teria sido apenas conversar com ela e dizer o que sentia. Mas fui imaturo e inconsequente (sei que é praticamente a mesma coisa).
Depois que um ano se passou, eu tentei me reaproximar. Mas como dizem, um relacionamento é como uma folha de papel. As brigas amassam esse papel, e independente do que faça, ele nunca retornara ao que era antes.
Ela estava brava, brava com alguns amigos também, e eu acabei chegando nela situação. Basicamente, eu apenas tentei me desculpar.
Não me lembro, a propósito, se eu consegui. Mas depois de um tempo, acabei me afastando novamente.
Quando ganhei o meu primeiro celular, eu instalei o WhatsApp, e como não tinha muitos Contatos, pensei em adicionar algumas pessoas.
Eu já tinha ela como amiga, então pensei, porque não?
Aqui chegamos no terceiro e último arco dessa historia.
Pedi o seu número, e foi incrível como nossa relação prosseguiu x 0. Eu continuava sendo o mesmo amigo consolador, mas dessa vez, ainda mais apaixonado.
Consolei, ajudei, aconselhei, fiz tudo para ver ela feliz. Por mais que eu fosse um idiota completo, ainda tinha a felicidade dela como prioridade. Mesmo após anos.
Algo que devo citar, è ela dizer que na verdade sempre me amou, e na ocasião, namorou com outros caras simplesmente para me esquecer.
Eu não acho que precise afirmar que sempre estranhei aquela história, certo? Afinal, anos atrás, a mesma me trocou por outro cara.
Voltando ao assunto..
Foi então, que tendo ainda mais impaciência, eu falei o que queria falar há bastante tempo.
Por favor, porra, fica comigo?
(Ps: sim, foi virtual) (Ps2: não foi com essas palavras, obviamente) (Ps3: essa não è a sigla para PlayStation 3)
Ela aceitou, ótimo, não?
Os primeiros dias sendo seu namorado, mesmo que virtual, foram realmente maravilhosos. Acordar, e receber um bom-dia da pessoa que ama. Áudios, dizendo coisas carinhosas.. cada ação que te conquistava...
Os seis anos correndo atrás daquela garota valeram a pena naquele momento.
Obviamente, meu ciúmes aumentou. Quando ela falou que seu ex havia pedido uma foto dela para colocar como uma capa no perfil, eu não aguentei. Simplesmente dei um xilique.
O ciúmes realmente não è uma coisa saudável em situação alguma. Que sensação terrível..
Um mês depois, eu cometi outro grande erro.
Em um resumo, estávamos fazendo ciúmes um para o outro. Acontece que eu foi bem mais pesado, e não respondi ela por um tempo (1 hora).
Eu havia dito que estaria com outra garota, achei que a situação terminaria bem naquela noite. Vacilo meu.
Ela ficou completamente com ciúmes, não sei como a conversa seguiu, mas terminou com o fim do meu relacionamento com ela, e lágrimas silenciosas na noite.
Eu mesmo, terminei o relacionamento que demorei anos para construir.
Apesar de que o motivo do término foi outro. Basicamente, ela ainda gostava do ex, e eu, sabendo que não conseguiria dar para ela o que ela queria, libertei ela de mim.
Pode ter sido uma atitude meio corna. Mas sério? Eu nem sabia da existência dessa palavra.
Eu voltei a ser o amigo consolador. Mas agora, meu amor por ela começou a esfriar bem depressa.
Eu passei a evitar suas mensagens, responder apenas dias depois, fui me afastando sem notar.
Nesse tempo eu comecei a ficar mais quieto pessoalmente, motivos? Leia mais a frente.
Um dia, dando mais uma chance ao amor, eu tentei reatar com ela. Mas as palavras que me atingiram foram pior do que qualquer merda que eu possa imaginar.
“Eu te considero como um irmão”
Tipo... è sério isso?
Sim, è.
Como se eu sentisse que um buraco negro tivesse surgido no meu peito, um desespero tão grande, a sensação de rir de descrença enquanto chorava.
Era assim que as garotas dispensavam os caras agora?
Um simples não seria menos doloroso do que aquela resposta.
Eu sei que sou um completo babaca, fiz muita merda. Mas aquilo nunca tirou o meu direito de se sentir triste.
O resultado? Eu me afastei completamente dela.
O fim do meu relacionamento me trouxe uma resposta interessante: nada è como você pensa que vai ser.
Talvez, se essa história fosse um simulador de namoro, eu com certeza estaria vivendo o final ruim.
Se eu tivesse tido mais coragem no passado, e me declarado, talvez as coisas teriam sido diferente.
Quem sabe eu estivesse feliz hoje.
O foda disso tudo, foram os problemas familiares que por baixo sempre foderam com a minha mente.
Brigas o tempo todo, ameaça de divórcio, o xingamento pelos colegas, até mesmo ser traído pelo seu melhor amigo, essas coisas fodem com a cabeça de uma criança que nunca teve tantas dificuldades na vida.
(Apenas para avisar, éramos da classe baixa, graças ao meu pai, e ao meu bom Deus, conseguimos ir para a classe média. Mas desde lá de baixo eu já não sofria muito com isso)
Enfim, passaram-se os anos, ela começou a gostar de outras pessoas, e eu de outra pessoa. Um dia, entretanto, quando fui excluir meu facebook, eu encontrei nossas antigas conversas, que me acenderam uma pergunta:
Será que a culpa era minha?
De certa forma, sim. Minhas escolhas nos trouxe até aqui.
Por um bom tempo, eu vivi com aquilo na mente, até tomar coragem para enfim pedir desculpas.
Eu senti que precisava fazer aquilo para conseguir continuar vivendo em paz comigo mesmo.
Após anos, eu conversei com ela novamente. As respostas foram frias, diretas e mais cortantes do que Trimontina, mas eu aguentei.
A minha última conversa com ela, foi pedindo desculpa pelos meus erros. Se ela aceitou? Eu não sei.
Mas eu tentei. Mesmo que isso não viesse me trazer absolutamente nada de bom.
E esse è o final da minha história, sobre o final do meu primeiro relacionamento.
Aprendi com meus erros? Talvez, mas continuou um grande idiota que se esforça em aprender com as próprias merdas.
Mas agora digo isso para você, que está com vergonha de se declarar para seu amor secreto: simplesmente faça isso.
Se declarar pode ser algo difícil, pois você estará literalmente abrindo o seu coração sem a certeza de que será correspondido.
E quem saiba, esteja apenas se preocupando atoa, e tenha sim grandes chances,
Mas vai por mim.
Às vezes, è muito melhor receber um “não”, do que viver um futuro estruturado pela sua falta de coragem em dizer o que sente.
A vida è curta, mas o arrependimento è eterno. Por isso, apenas faça. Vá em frente, e se o garoto ou a garota apenas recusarem, não fique para baixo.
O mundo è feito de pessoas maravilhosas que podem te trazer a lua se você quiser. Basta você ter esperanças e nunca desistir do amor.
Enfim, aqui me despeço, e mais uma vez:
Não queiram viver o final ruim desse simulador de namoro que è a vida amorosa. Vá em frente, e corra atrás do que você quer.
Porque no final, aqueles que não desistem, sempre triunfam.
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